Gente, o blog anda passando por problemas no WordPress que a minha vasta sabedoria em sites e relacionados (cofcof) não sabe solucionar. Sendo assim, os posts dessa semana estão meio… atrasados.
Aos fiéis leitores desse blog (existe algum?), desculpas!
Eu sempre achei que tenistas fossem como rockstars: mulheres se jogando por cima, prontas pra tirar um pedacinho do jogador. Aparentemente não. Pelo menos se o seu nome não é Marat Safin.
Aconteceu no torneio de Estocolmo essa semana, de dois jogadores serem pegos pela polícia depois de solicitar mulheres da vida dispostas a doar seu corpo por uma quantia de dinheiro (não vamos baixar o nível aqui). Parece que deu todo esse auê porque ela eram menores de idade. Foi tenso. Foram muitas as expeculações de quem seriam os jogadores (ou seja, estavam na lista negra todos os que foram jogar nesse torneio – sobrou até pro Bellucci) até que um jogador sueco, Joachim Johansson, resolver contar quem era um deles no seu blog. (Importante: ele disse que ia tirar vantagem dessa situação na partida entre ele e o tal jogador.) O nome: Ernests Gulbis.

Olha pra essa carinha de 16.
Chegamos a conclusão que:
- Joachim Johansson é uma pessoa com classe e respeito pelos outros.
- Suécia não é o melhor lugar pra achar prostitutas. (Não acreditem nessa coisa de “Prostitução é legal na Suíça”, é uma cilada Bino!!)
- Mulheres suecas não dão valor à tenistas necessidados.
- Dinheiro NÃO trás felicidade sexo de graça. (Gulbis vem de uma família rica, pra quem não sabe)
- Isso nunca aconteceria com Marat Safin.
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